quarta-feira, 2 de março de 2011

last words

last words

Eu vou escrever.

Porque é isso que eu faço quando me sinto mal.

É isso que eu faço quando me sinto bem.

É isso que eu faço.

E eu espero que essa seja a primeira e última vez.

Qual é o direito das pessoas de achar que te conhecem? Será que todos nós somos tão previsíveis assim?

A maneira como as coisas tem se desenrolado…

Por que raios eu tenho que acreditar no que todo mundo diz, mesmo quando as evidências levam a algo completamente diferente do exposto?

Por que eu não posso duvidar?

Por que eu não posso ter medo?

Por que eu não posso achar que não esta certo essa mudança de sentimentos. Que inclusive, já mudou de novo!

Agora eu sou um monstro que tem beleza e auto estima suficiente pra seduzir pessoas a troco de nada. Oh yeah! Minha cara.

E ai eu vou e sapateio em cima delas e depois saio rindo.

Eu não me expus nenhum pouco né?

Eu disse como me sentia. Eu não via nada além dela.

Agora é facil jogar nas minhas costas um peso que não é só meu.

Agora é facil achar que isso esta sendo facil e bom pra mim.

É facil achar deduzir que é mentira quando digo que meu coração não doia assim há um tempo.

E se isso não faz diferença, é porque nunca fez.

Se fosse realmente importante nada estaria como esta. Haveria compreensão. No mínimo.

É facil dizer o que se pensa sem levar em consideração o histórico.

É facil dizer hoje que Prestes era louco por apoiar Vargas em 45.


O que recebo é julgamento. Só isso.

Meu lado. Minha história. Minha dor. POUCO IMPORTA. Essa é a verdade.

O importante era acreditar, por mais inesperado que fosse.

Se você queria me fazer sentir mal, você conseguiu.

Se você queria partir meu coração, você conseguiu.

(U

‘those tree words are said to much, they’re not enough’

Um comentário:

Jaqueliny Euzébio disse...

Vai, bota para fora. Escrever é a melhor terapia!